28 de junho de 2008

...ele nunca existiu

O teu amor é uma mentira que a minha vaidade quer, e o meu, poesia de cego, você não pode ver. Não pode ver que no meu mundo um troço qualquer morreu num corte lento e profundo entre você e eu. O nosso amor a gente inventa prá se distrair e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu[...]Mas ficou tudo fora de lugar, café sem açúcar, dança sem par, você podia ao menos me contar uma história romântica.

0 comentários: